Após o sucesso da Puma - e com um mercado cativo proibido de consumir os Grand Tourers importados -, a indústria dos esportivos de pequena produção feitos por fábricas independentes floresceu no Brasil a partir da segunda metade dos anos 70, tendo se destacado a Santa Matilde, que ofereceu, entre 1979 e 1988, um cupê de desempenho realmente esportivo, graças ao motor 250-S oferecido nos Opala desde 1974. De linhas interessantes (belas, na opinião deste blog, a partir de 1984, com a suavização da traseira) e ótimo acabamento para o padrão dos fora-de-série de então, o esportivo foi oferecido também na versão conversível, bem mais rara, que pôde ser admirada em dose dupla no último encontro do Alphaville. Duas curiosidades acompanham o Santa Matilde. A primeira é que a empresa que lhe empresta o nome produzia, originalmente, vagões ferroviários, em Três Rios/RJ. E a segunda, talvez mais significativa, é a de que ele é um dos poucos automóveis com desenho assinado por uma mulher, Ana Lídia Duarte, filha do presidente da empresa. Marcou época como um dos mais exclusivos automóveis oferecidos por aqui.
Simca do Brasil em Brasília -DF ...
Há 6 meses
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