
É o que devem ter pensado os clientes da Studebaker com o lançamento da linha 1950, que, além de atualizar o estilo dos revolucioná-rios
Champion/Commander de 1947, corrigia defeitos no controle de qualidade que macularam a imagem da marca nos anos anteriores. A novidade mais importante, contudo só viria em 1951, com a introdução do V8 232, uma moderna unidade de 3.8 litros, válvulas no cabeçote e 120 hp brutos, capaz de colocar o Commander em pé de igualdade com os Oldsmobile, que tinham o V8 Rocket, e um passo à frente da Mercury (V8 Flathead) e da Dodge (seis em linha Continental); o Champion, menos sofisticado, mantinha o seis em linha. As mudanças vieram em boa hora, já que, em 1949, as
Big Three haviam lançado seus modelos inteiramente novos do pós-guerra e a linha Studebaker já estava desgastada, principalmente por causa do fraco motor seis em linha dos anos 30 e das exigências de atualizações de estilo ditadas pelo mercado. A linha 1950/51 daria novo fôlego às vendas e acabou se tornando um grande sucesso com o inconfundível
bullet-nose à frente, que desapareceria em 1952. O Commander V8 1951 da foto pertence ao blogueiro Guilherme Gomes e representa, talvez, o melhor modelo da história da marca, que aliava o estilo marcante a uma mecânica moderna, tipicamente americana. Para ver o ensaio completo, é só clicar
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