segunda-feira, 18 de agosto de 2008

A RESPOSTA DO COMMENDATORE

Com o lançamento dos sensa-cionais Lamborghini 350/400 GT, a Ferrari viu ameaçado o seu posto de rainha dos super-carros de rua, já que a 275 GTB/4 era, no máximo, equivalente aos novos Lambos em desempenho. O troco veio em 1968 com aquele que, possivelmente, foi o melhor Grand Tourer de todos os tempos, a Ferrari 365 GTB/4, apelidada de Daytona em homenagem a uma inesquecível vitória da Ferrari naquela pista no ano anterior, exorcizando o domínio do Ford GT 40 nas provas de endurance. Com um V12 central-dianteiro de 4.4 litros, quatro comandos de válvula e 352 cv líquidos vestido pela carroceria desenhada por Pininfarina, ela superava fácil os 280 km/h e devolvia à fabrica de Maranello o "cinturão" de senhora absoluta das estradas. Para os padrões da Ferrari, a berlinetta foi um sucesso comercial, com mais de 1300 exemplares vendidos, sendo que o modelo da foto, de 1971, já traz os faróis escamoteáveis desenhados para atender às exigências do mercado norte-americano a partir daquele ano, com visual mais agradável do que as de faróis fixos dos anos anteriores. É figura freqüente nos encontros do Veteran de MG, que tem outra Daytona no seu acervo (que chato...).

4 comentários:

Chico Rulez! disse...

São 3 no Brasil né?

Luís Augusto disse...

Sim, além das duas do Veteran, tem uma em SP que quase nunca dá as caras nos grandes encontros.

Julio Fachin disse...

A de SP na verdade só vi uma vez no encontro de Araxá em 2004. São vários os carros dão as caras raramente, sendo que alguns até mesmo nem são de conhecimento do público antigomobilista. Cito como exemplo o Lamborghini Miura branco de um colecionador de SP, que também esteve presente em Araxá no ano de 2004. Eu pelo menos nunca mais o vi...

Luís Augusto disse...

... fora uma certa Mercedes 540K...