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terça-feira, 7 de maio de 2013

II RAID DA MANTIQUEIRA - PRÉVIAS (7)

Um modelo que faz muito sucesso nesse tipo de prova na Europa é o Opel Kadett C - Chevette aqui e nos EUA - graças à tração traseira, que fez dele uma das poucas exceções entre os compactos dos anos 70. No Brasil, boa parte dos Chevettes das primeiras safras acabou exterminada pela turma da arrancada, que  os comprava a preço de banana e enfiava neles um monstruoso seis-em-linha de Opala, comprometendo irremediavelmente sua estrutura e seu equilíbrio. Felizmente, alguns estão preservados e um modelo 1976, semelhante ao da foto acima (que pertence ao amigo Paulo Levi) deverá desfilar pela Serra da Mantiqueira no Raid que se aproxima.

terça-feira, 19 de março de 2013

10 RIVALIDADES APAIXONANTES

Sempre que falta assunto aqui no blog, uma ótima saída é recorrer às listinhas que povoam o imaginário de qualquer entusiasta, fórmula que pode ser comprovada olhando as últimas estatísticas que mostram o sucesso estrondoso desse post. Pois bem, inspirado pela dupla Mercedes 190E 2.3-16 e BMW M3, vamos a dez pares de carros-esporte adversários que eu sonharia em admirar em minha sala de estar ao sabor de um Jack Daniel's Old Barrel - e levar para passear em uma estrada deserta num domingo ensolarado, claro!

1 - GT Malzoni x Willys Interlagos


E quem não gostaria de reeditar o principal duelo das pistas brasileiras dos anos 60?

2 - Corvette Sting Ray x Jaguar E-Type


Potentes e sensuais como qualquer macchina italiana, por uma fração do preço delas e com desenho inconfundível, como convém a qualquer clássico esportivo.

3 - VW SP2 x Puma GTE


Os pequenos esportivos com motor de Fusca refrigerado a ar bem que tentavam levar o espírito das pistas brasileiras dos anos 60 para as estradas dos anos 70, mas a coisa ficava mais na aparência do que nos números de desempenho.

4 - Charger R/T x Maverick GT


Esse sim, talvez tenha sido o grande duelo no imaginário do motorista brasileiro no início dos anos 70. Pouco importava se eles derivassem de pacatos modelos de passeio; o principal era o ronco do V8 e a cantada de pneus nas arrancadas...

5 - Camaro x Mustang


Na mesma linha do duelo Charger x Maverick, porém iniciada ainda nos anos 60 e com muito mais opções de tempero, os eternos pony-cars americanos nada mais eram do que versões mais transadas de modelos compactos, mas até hoje sabem arrancar suspiros como poucos. E não é demais lembrar que a rivalidade perdura até hoje!

6 - MGB x Triumph TR4


Qual foi o último herdeiro do legado britânico de esportivos em seu sentido mais puro? O gigante British Leyland tinha franca preferência pela linha TR, mas os 500.000 MGB vendidos em 18 anos  sem praticamente nenhum investimento da matriz em seu desenvolvimento mostram que a questão era complicada...


7 - Ferrari 365 GTB/4 x Lamborghini Miura


O estado-de-arte dos esportivos italianos e uma das rivalidades mais famosas da história do automóvel. Logo depois do surgimento deles, veio a crise do petróleo e legislações mais rígidas quanto a emissões e segurança, que fizeram com que nunca mais houvesse carros assim.

8 - Ferrari F-40 x Porsche 959


Dois esportivos superlativos que recriaram o conceito do supercarro, inclusive batendo os 300 km/h. Devem deter, até hoje, algum tipo de recorde de comparativos entre si nas publicações especializadas.

9 - BMW M3 E30 x Mercedes 190E 2.3-16


Dos anos de ouro da DTM para a sua garagem por um precinho que dá pra encarar... 

10 - Subaru Impreza WRX STi x Mitsubishi Lancer EVO


A versão japonesa da briga alemã aí de cima, tendo as pistas de rali como pano de fundo, ao invés das pistas da DTM. Só mesmo os marketeiros para explicar por que um país que produz clássicos desse nível precisa ficar criando marcas de prestígio insossas como Lexus, Infiniti e Acura para vender nos EUA.

E aí, faltou algum?

terça-feira, 12 de março de 2013

II RAID DA MANTIQUEIRA


Consolidando a recente tendência do antigomobilismo brasileiro de valorizar eventos dinâmicos, os entusiastas foram brindados, no ano passado, com mais uma prova de regularidade de nível internacional, o Raid da Mantiqueira, cuja primeira edição teve, nesse Corvette Stingray 1975 de Emílio e Glícia Losada, o grande vencedor entre 28 participantes, numa diversidade de clássicos que ia de um magnífico LaSalle do final dos anos 30 até um singelo Mazda Miata dos anos 90, competindo na categoria "Futuros Clássicos". Este ano, o evento está programado para 24-25 de maio e promete se consolidar como um dos mais charmosos do Brasil. Uma lenda das pistas, Jan Balder, já confirmou presença, e outras figuras ilustres são aguardadas. O Antigomóveis estará lá, a caráter, para dar ao leitor o ponto de vista de um competidor. 

segunda-feira, 4 de junho de 2012

EXCESSO DE ESTILO

O recente post sobre a americanização do estilo do Chevette em 1978 foi uma rara unanimidade, provando que o departamento de estilo da GMB fez bem ao adotar um visual menos austero para seu pequeno notável. Já os americanos, quando foram fazer o face-lift do modelo que foi o face-lift do pioneiro brasileiro, não foram tão felizes. Ou alguém discorda que este Chevette 1981 vendido por lá ficou meio over? Comparativamente, o modelo brasileiro de 1983 em diante, parecendo uma miniatura do Monza, ficou bem mais harmônico. O ensaio completo está aqui.

terça-feira, 22 de maio de 2012

AMERICANIZAÇÃO DE BOM GOSTO

Um dos raríssimos casos de primazia da indústria brasileira sobre a do resto do mundo, o Chevette surgiu no Brasil em 1973 com estilo francamente teutônico. Eficiente, minimalista, bonito, porém sem um único friso desnecessário, funcional. A receita alemã deu certo, mas, para um público que enxergava- e enxerga até hoje - qualquer carro como símbolo inequívoco de status, faltava um certo appeal, de modo que o Chevette foi ganhando frisos e adornos até 1977, embora sem perder a identidade que lhe rendeu o apelido de "Tubarão". Em 1978, veio uma mudança mais significativa, com grade bipartida e acabamento mais ostensivo, lembrando o americaníssimo Chevy Vega, como no exemplar 1979 acima, estilo que duraria até 1982. Mais do que uma inspiração, o Chevette brasileiro de 1978 era praticamente uma cópia da versão americana, oferecida aos ianques a partir 1976 como resposta da Chevrolet de lá à crise do petróleo; seu estilo mais "espetaculoso" casava mais com o gosto da escola de Detroit do que o sóbrio modelo original e os brasileiros gostaram: em 1980, nada menos do que sete anos após seu lançamento, o pequeno GM teve seu melhor anos de vendas.

segunda-feira, 26 de março de 2012

FETICHE


Desde sempre, provavelmente por estarem associadas ao trabalho pesado, as caminhonetes (ou pick-ups) são sinônimo de poder, resistência e virilidade - atributos com que tantos e tantos marmanjos sonham... - e, talvez mais até dos que os Grand Tourers que frequentemente aparecem por aqui, se tornaram representantes da parte mais masculina da cultura automotiva. Percebendo isso, muito antes de alguém ter a idéia de travestir as caminhonetes em carros de luxo, pensou-se em dotar um carro de passeio com caçamba, surgindo, assim, a Ford Ranchero em 1957, derivada dos full-size da marca. A resposta da GM viria em 1959, com a Chevy El Camino, derivada do Impala, mas a fórmula não se mostrou perfeita e as duas, naquela configuração inicial, saíram de linha em 1960 com vendas inexpressivas. Enquanto a Ford insistiu na Ranchero, agora derivada do compacto Falcon, a Chevrolet só contra-atacou em 1964, dessa vez com um modelo derivado do seu novo mid-size, o Chevelle, que viria a ser o muscle-car da marca na segunda metade da década. A nova abordagem publicitária, enfatizando mais a vocação para o lazer do que a capacidade de carga, fizeram muito bem para as vendas da El Camino que, a partir de 1968, ano do modelo acima, ganhou até a apimentada versão SS, com o consagrado V8 396 (6.5 litros) e se tranformou em cult para os amantes dos carros americanos. Quanto à capacidade de carga... quem se importa?

quarta-feira, 21 de março de 2012

JÁ FAZ TEMPO...


A foto acima, encontrada hoje por acaso, foi tirada há pouco mais de quatro anos para registrar o primeiro passeio pós-restauração da Caravan, devidamente cortejada por um Comodoro 250-S 1978. Restaurar um carro antigo até o último parafuso é um raro prazer - proporcional, naturalmente, ao tamanho da dor de cabeça. Como quem já experimentou não consegue mais viver sem ele, em breve, vai começar outra dor de cabeça por estas bandas...

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

OS 3 MELHORES # 19 - NOBRES ESQUECIDOS




Para fazer contraposição à categoria abaixo, selecionei três carros brasileiros também derivados de modelos de grande produção, mas que realmente tinham algo de verdadeiramente esportivo em suas almas, além de um simples aumento da potência. Curiosamente, nenhum dos três desperta sequer a metade dos suspiros dos "esportivados" abaixo, mostrando o quão complexa pode ser a paixão por automóveis antigos. São eles, o Willys 1093, do qual já se falou aqui, o Oggi CSS, já abordado aqui e o Vectra GSi, um canhão de 150 cv e 220 km/h de máxima graças a cabeçote de alumínio, pistões forjados, como no Opel Calibra, injeção multiponto seqüencial e escapamento dimensionado, um conjunto bem diferente daquele do Vectra CD de segunda geração, também 2.0 16V. Todos preferiram sair de costas para os leitores, em um discreto protesto contra a indiferença da maioria dos antigomobilistas em relação à sua memória.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

OS 3 MELHORES # 18 - ESPORTIVADOS




Desde muito cedo na indústria automotiva brasileira, "esportivar" um modelo de grande produção provou ser atividade das mais rentáveis. Um aumentozinho na cilindrada, um carburadorzinho a mais aqui, um comando mais bravo acolá, falsas entradas de ar, aerofólios, faixas decorativas, bancos esportivos e... pronto! Mais um "puro-sangue" orgulhosamente brasileiro estava à disposição de um público ávido por novidades, normalmente por um preço tão intimidador quanto a aparência. Do Simca Rally ao Kadett GSi, a fórmula foi repetida à exaustão, mas qual seria o mais interessante? Meus eleitos seriam o Dodge Charger R/T dos primeirões de 1971, o Opala SS 73 e o Passat Pointer da última safra. Um Esplanada GTX e o próprio Kadett GSi também não iriam mal... nem um Monza S/R ou um Maverick GT. Ai, ai...

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

OS 3 MELHORES # 17 - BARATEX




Você está louco para ingressar no antigomobilismo, mas o orçamento está curto? Não concorda com o que andam pedindo por Opala 4 cilindros ou Fusquinha meia-boca? É metido a conhecedor e não aceita qualquer tranqueira apenas pelo fato de ser antiga? Não perca a esperança! Apesar da enorme valorização vista nos últimos 10 ou 15 anos, ainda é possível encontrar coisa boa por até, digamos, 10 mil reais, muitas vezes ainda com os primeiros proprietários. Mas é bom se apressar para não perder a onda e depois entrar na turma que adora contar que deixou de comprar um Charger inteiríssimo por 5 mil reais há não sei quantos anos...
Com vocês, três modelos muito bem aceitos entre os entusiastas europeus e ainda encontradiços por estas bandas a preços atraentes, o Hillman Avenger, o Opel Kadett C e o Fiat 127 - Dodginho, Chevette e 147 para os íntimos. Naturalmente, para deixá-los em estado tão impecável como o dos carros das fotos, você vai ter que investir um pouquinho na elegância deles, coisa de duas ou três vezes o valor da compra...

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

OS 3 MELHORES # 15 - NOVOS CLÁSSICOS




A segunda década do terceiro milênio já avança e os carros dos anos 90 começam a despertar interesse especial. Tirando os modelos de marcas prestigiosas (ou premium, como adoram dizer os marketeiros), separei três boas apostas dos anos 90 para fazerem sucesso nos futuros encontros de antigomobilistas. O Mazda Miata MX-5 deve ser unanimidade. Nascido de maneira um tanto despretensiosa para reviver o espírito dos roadsters ingleses dos anos 60, ele foi um sucesso estrondoso mesmo sem números expressivos de desempenho, mostrando novamente que esportividade está muito além de marcas absolutas de velocidade e aceleração e que releituras de clássicos do passado transcendem as meras caricaturas que andam por aí. Já o Chevrolet Omega CD, feito por aqui entre 1993 e 1998, deverá ser lembrado como o último grande automóvel fabricado no Brasil. As versões 3.0 têm comportamento superior, mas meu eleito seria o 4.1 de 168 cv herdado, a partir de 1995, do Opala, cuja sombra ainda paira - injustamente - sobre seu substituto. E o último, um iconoclasta que marcou época, mas acabou não ditando tendências, o Citroën XM, lançado em 1989 para celebrar os 200 anos da Revolução Francesa. Belo design e suspensão "hidroproblemática" estão no pacote deste que também deve merecer lugar nas coleções futuras. Menção honrosa a um certo Suzuki Swift...

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

OS 3 MELHORES # 10 - PERUAS




Quase sempre derivadas de sedãs familiares, as peruas costumam ser desprezadas na posteridade em favor de versões de carroceria vistas como mais atraentes pela maioria dos entusiastas. Mas, claro, há exceções e creio que não haverá muita polêmica em relação ao trio apresentado aqui. A primeira é a Chevrolet Nomad de 1955, que, diferentemente das demais Station-Wagons americanas, derivava de um coupé hardtop e teve o desenho insiprado em um dream-car cuja proposta era a de uma versão perua para a primeira geração do Corvette. Com ampla área envidraçada e acabamento de categoria superior visto no Bel Air, a Nomad é hoje tida como uma das mais desejaveis versões de carroceria dos chamados Tri-Chevy ou The hot ones (1955-57). De 1958 em diante, o nome passou a designar qualquer perua grande da linha Chevrolet. Se os americanos não levaram adiante o projeto de uma perua derivada de um GT como o Corvette, preferindo aplicar o conceito ao seu full-size, os suecos levaram a idéia a cabo com a Volvo 1800 ES de 1972-74. Derivada do belo coupé P1800, ela teve design tão marcante que sua traseira serviu de inspiração para o atual C30 da marca; vale dizer que seu desenho é genuinamente sueco, tendo vencido um projeto proposto pela Frua italiana. E, finalmente, a apaixonante Audi RS2, nascida a partir de uma colaboração com a Porsche e produzida sobre a plataforma da Avant A80, apenas em 1994-95. Seu exclusivo cinco-cilindros 20V turbocomprimido com 310 cv, associado à tração quattro, câmbio de seis marchas e freios Brembo, lhe davam o mesmo desempenho dos cupês esportivos da época e ela já tem status - e preço - de clássico, atualmente. Se for no azul Bugatti, como a da foto, então, deve valer ainda mais! Menção honrosa aqui ao Brasinca Gavião, a shooting-brake derivada do Uirapuru que desapareceu do mapa...

sábado, 17 de setembro de 2011

OS 3 MELHORES # 5 - CASTAS NOBRES






Certa vez, Ferdinand Porsche afirmou que, se algum dia o mundo parar de fabricar automóveis, o último deles certamente será um esportivo. Complementando a sabedoria do pai do VW, do Auto Union Tipo C e de alguns outros exemplares que deverão aparecer nesta série, seria bom acreditar que será um esportivo de uma linhagem tradicional. Consigo me lembrar de algumas famílias distintas, como Mercedes SL, Mazda RX, BMW M3 e os Lamborghini de motor central, mas, na visão deste blogueiro, nenhuma dessas permaneceu tão fiel às tradições como o Porsche 911, com seu boxer de seis cilindros pendurado na traseira e o sorrisão escancarado mesmo nas versões atuais, meio metidas a besta; o Chevy Corvette e a magia do seu V8 (desde 1955) com os dois pares de lanternas traseiras (desde 1961), que tiveram ecos até nos Opala 75-79; e o Nissan Z, inicialmente chamado de Datsun no mercado americano, que, com seu seis-cilindros dianteiro (em linha nas duas primeiras gerações e V6 a partir da terceira) sempre recebendo as últimas atualizações tecnológicas para otimização de potência, consegue aliar desempenho digno de Ferrari a preço inferior ao do Corvette, descomplicação característica de Porsche e economia de Toyota Corolla. Nas fotos estão o 911S da primeira geração (1963-72), o Corvette Sting Ray (2a. geração, 1963-68) e o 240Z da primeira geração (1969-79).

sexta-feira, 1 de julho de 2011

GENIOSO

Reconhecido pela GMB como o Chevrolet mais antigo do Brasil, este simpático modelo H2 1915 (a série H foi introduzida em 1913) representa a última linhagem desenvolvida sob supervisão de Louis Chevrolet, nascido na Suíça, criado na França e consagrado como piloto de corridas nos EUA, onde chegou no início do século XX. Seu sucesso nas pistas fez com que Bill Durant, fundador da GM, vislumbrasse a ótima aceitação de uma nova marca de automóveis ostentando seu nome, surgindo então a Chevrolet Motor Car Company em 1911, cujos modelos foram eleitos, a partir de 1914, para combater o sucesso do Ford T. Isso parece ter desagradado o prestigioso piloto francês, que se afastou da companhia no ano seguinte, após desentendimentos com Durant - que, como Chevrolet, era conhecido pela personalidade forte. Sobre o Chevrolezinho da foto, uma curiosidade: ele ficou parado por anos na coleção de um associado do Veteran de BH, mas acabou vendido para o Mauro Salles, que se encarregou de sua meticulosa restauração, e debutou no Brazil Classics 2004. Na hora do desfile da premiação, entretanto, se recusou a funcionar, talvez para zombar dos mineiros que o desprezaram em suas coleções (eu e meu irmão estávamos entre os que tentaram empurrar o carrinho da última hora), mostrando ter herdado o gênio forte dos seus criadores.

quarta-feira, 4 de maio de 2011

JÁ NOS ESBARRAMOS POR AÍ



A foto acima é do Brazil Classics 2006 e mostra como é possível que já tenhamos trombado na vida real com algum amigo que fizemos na web. Alguém reconhece o distinto proprietário do Chevette acima?

terça-feira, 19 de abril de 2011

1970



Diferenças mínimas do modelo da foto para os Opalas do ano de lançamento: retrovisor mais recuado (o dos 69 ficavam na extremidade anterior da porta, assim como dos 91 e 92) e opção do teto de vinil. Em 1971 viriam novas grades que diferenciavam mais os modelos Standard dos De Luxo. Foto tirada na última vez que estive em Lindóia, 2007. Alguém vai neste ano?

sábado, 9 de abril de 2011

FAMILIÃO

Deixo com os amigos mais um trabalho digno de aplausos do Maurício Morais. Com tantos filhos (latu sensu) para cuidar, acho que já está na hora de diminuir meu ritmo...

terça-feira, 22 de março de 2011

CAMARO II


Na virada dos anos 70, com a consolidação dos muscle-cars nos EUA, o estilo pony-car estava ficando para trás, tendo os estilistas das Big Three se debruçado sobre as pranchetas para anabolizarem seus cavalinhos, que haviam reinado no imaginário dos norte-americanos na segunda metade dos anos 60. A partir de então, os caminhos adotados pelas rivais foram diferentes: enquanto o Mustang partia para adereços de carro de pista e o Barracuda assumia um visual ostensivamente musculoso, o Camaro migrou para um apelo mais sofisticado em sua segunda geração, seguindo a tendência apontada anteriormente pelo Pontiac Firebird - embora a Chevrolet continuasse oferecendo o Z/28, que fazia 0-60 mph em respeitáveis 6 segundos! Lançada em 1970, a aposta se mostrou acertada e a segunda geração do Camaro foi um grande sucesso de vendas e seguiu sem grandes alterações até 1980, graças ao bom-gosto de suas linhas de inspiração européia e ao padrão de acabamento de carros de luxo, tendo, inclusive, chegado em quantidades razoáveis ao Brasil em uma época de proibição quase absoluta das importações - até Silvio Santos tinha o dele. O exemplar da foto, um LT 1974, ilustra bem essa fase do Camaro, trazendo a mecânica padrão da época, o V8 350 com câmbio automático, e está sendo posto à venda pelo Nik Ramos, que comprou recentemente um Fordão Flathead e quer confirmar a máxima de que Ford e Chevrolet não dividem a mesma garagem.

sexta-feira, 11 de março de 2011

... E O IRMÃOZINHO CHEGOU...

Mas, sem crise! Vamos continuar na rotina de sempre e, em breve, convidar o André para entrar na brincadeira dos fins-de-semana...

quarta-feira, 28 de julho de 2010